Aproximam-se as eleições para o Parlamento Europeu e, todas as sondagens, indicam que o nível de abstenção será recorde. Abdicar do maior direito que temos (o voto!) pela ida à praia ou, simplesmente, porque não nos apeteceu sair de casa, é irresponsável e diz muito não só da democracia mas, também, dos cidadãos. É essencial que nos façamos ouvir e, nos dias de hoje, é permitido aos cidadãos intervir na vida pública de várias formas e feitios. Basta querer!
Quem fala das eleições Europeias fala das eleições legislativas e autárquicas… Depois de um mandato é essencial que os cidadãos definam aquilo que querem e almejam para o país, para o seu município e para a sua freguesia. É essencial que julguem o trabalho feito, olhem para os programas políticos e para o seu nível de execução e aprovem os novos. As actuais técnicas de marketing fazem com que o cidadão vote quase sem pensar ou que se lembre da imagem antes de votar… Mas não é isso que se deve ter em democracia! É essencial que o voto seja o reflexo do nosso pensamento, da nossa forma de entender a sociedade e de analisar os perfis, o trabalho, o esforço, as alternativas, as capacidades e as ambições.
Nos dias de hoje é fácil ter contacto com os programas eleitorais, pela internet sobretudo. Bastam uns minutos e percebe-se aquilo que cada candidato quer implementar quando for eleito. As novas redes sociais permitem-nos contactar e trocar ideias com os mesmos num lapso pequeno de tempo.
A importância que o Presidente da República tem dado a esta matéria, sobretudo devido à abstenção entre os jovens, é de extrema importância. Afinal de contas, a solidariedade e sustentabilidade inter-geracional é uma missão que nos diz respeito… São as políticas de hoje que ditarão o nosso futuro amanhã… E eu quero que ele seja bom!






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